Ela se acomoda num banco, olha para um canto qualquer.
Quem seria aquela menina? Encara-a novamente, com certa seriedade.
Era a menina que carregava sonhos no coração, a realidade na cabeça e vontades nas mãos.
A mesma que havia mudado tanto, a mesma que se decepcionara consigo mesma e com tantas outras pessoas.
Aquela que não queria necessariamente um namorado, mas sim apenas alguém que gostasse dela, que pudesse lhe dar atenção, respeito e um pouco mimo.
Aquela que todos os dias pensa no vestibular como seu futuro, no qual se preocupa mais do que com ela mesma.
Era exatamente a mesma menina que sonhava em estabilidade, viver bem e ser feliz.
Sim, ela vai criar substâncias químicas, mas também mantêm sua preocupação com o meio-ambiente.
Aquela que se preocupa demais com as pessoas, que gosta de dar presentes sem pedir nada em troca, que se estressa com besteiras mas que sempre pede perdão ao errar.
A que não se apaixona fácil, mas se apega rapidamente;
e sim, ela tem medo de dizer 'eu te amo'.
Admite seus defeitos e sabe que tem que aprender a dominá-los e não o contrário.
A romântica mais tímida, a bagunceira mais preocupada, a observadora mais sonhadora.
Ás vezes são tantas as coisas que ela gostaria de falar que fica tudo embolado, engatado na garganta. Então o transtorno, nada consegue sair. Agonia, de não ter dito o que precisava dizer.
Também vaidosa, gosta de coisas excêntricas, que lhe chamem atenção, mas não a de todo mundo.
Tem em seus amigos seu porto seguro, seu amparo. E para eles daria o mundo, ou o infinito.
Também sente solidão, saudade, falta de carinho. E para esquecer se embriaga... de fórmulas matemáticas.
A exagerada ás vezes; e a fria, quando seu orgulho a estimula. E este mesmo orgulho, é o causador da visão de inimigas que ela tem das lágrimas. Ao pensar assim, ela se torna uma idiota ao quadrado.
A música é como se fosse sua alma, aonde encontra seu auge máximo do ser; variando de Power Metal á Indie Rock, New Metal á MPB.
Família, seu sonho e/ou pesadelo, aonde encontra-se seus orgulhos, pai e irmão.
A tentativa de esquecimento do passado lhe trouxe insegurança do futuro, e as desilusões e mágoas acarretaram medos. Isso tudo ela pretende consertar e superar.
A vontade de fazer alguém feliz e sempre estar do lado deste, se contradiz quando ela não consegue, por timidez, nem sequer um abraço lhe dar; quando um riso dela sincero, este consegue arrancar.
A superação de si mesma, é seu próximo plano.
Quem seria aquela menina?
Olhando melhor, era um espelho.
Em: 13.04.08.
Dedicatória:
83;
Joyce, Renan, Ian.
Quem seria aquela menina? Encara-a novamente, com certa seriedade.
Era a menina que carregava sonhos no coração, a realidade na cabeça e vontades nas mãos.
A mesma que havia mudado tanto, a mesma que se decepcionara consigo mesma e com tantas outras pessoas.
Aquela que não queria necessariamente um namorado, mas sim apenas alguém que gostasse dela, que pudesse lhe dar atenção, respeito e um pouco mimo.
Aquela que todos os dias pensa no vestibular como seu futuro, no qual se preocupa mais do que com ela mesma.
Era exatamente a mesma menina que sonhava em estabilidade, viver bem e ser feliz.
Sim, ela vai criar substâncias químicas, mas também mantêm sua preocupação com o meio-ambiente.
Aquela que se preocupa demais com as pessoas, que gosta de dar presentes sem pedir nada em troca, que se estressa com besteiras mas que sempre pede perdão ao errar.
A que não se apaixona fácil, mas se apega rapidamente;
e sim, ela tem medo de dizer 'eu te amo'.
Admite seus defeitos e sabe que tem que aprender a dominá-los e não o contrário.
A romântica mais tímida, a bagunceira mais preocupada, a observadora mais sonhadora.
Ás vezes são tantas as coisas que ela gostaria de falar que fica tudo embolado, engatado na garganta. Então o transtorno, nada consegue sair. Agonia, de não ter dito o que precisava dizer.
Também vaidosa, gosta de coisas excêntricas, que lhe chamem atenção, mas não a de todo mundo.
Tem em seus amigos seu porto seguro, seu amparo. E para eles daria o mundo, ou o infinito.
Também sente solidão, saudade, falta de carinho. E para esquecer se embriaga... de fórmulas matemáticas.
A exagerada ás vezes; e a fria, quando seu orgulho a estimula. E este mesmo orgulho, é o causador da visão de inimigas que ela tem das lágrimas. Ao pensar assim, ela se torna uma idiota ao quadrado.
A música é como se fosse sua alma, aonde encontra seu auge máximo do ser; variando de Power Metal á Indie Rock, New Metal á MPB.
Família, seu sonho e/ou pesadelo, aonde encontra-se seus orgulhos, pai e irmão.
A tentativa de esquecimento do passado lhe trouxe insegurança do futuro, e as desilusões e mágoas acarretaram medos. Isso tudo ela pretende consertar e superar.
A vontade de fazer alguém feliz e sempre estar do lado deste, se contradiz quando ela não consegue, por timidez, nem sequer um abraço lhe dar; quando um riso dela sincero, este consegue arrancar.
A superação de si mesma, é seu próximo plano.
Quem seria aquela menina?
Olhando melhor, era um espelho.
Em: 13.04.08.
Dedicatória:
83;
Joyce, Renan, Ian.

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